Diplomata
e historiador brasileiro, Barão do Rio Branco, como ficou conhecido, nasceu em
20 de abril de 1845, no Rio de Janeiro. Faleceu em 10 de fevereiro de 1912, na
mesma cidade. Seu nome completo era José Maria da Silva Paranhos Júnior.
Estudou
no Colégio Pedro II, na Faculdade de Direito de São Paulo e de Recife.
Tornou-se bacharel em 1866. Em 1869, tornou-se promotor público de Nova
Friburgo.
Trabalhou
como jornalista no Rio de Janeiro, escreveu para a Revista Popular em 1863,
participou da revista L´Ilustration e dirigiu o jornal “A Nação”. Deixou o
jornalismo em 1876, passando a trabalhar como cônsul-geral do Brasil em
Liverpool.
Depois
da Proclamação da República, foi nomeado, no ano de 1891, superintendente geral
na Europa para assuntos relacionados à vinda de imigrantes ao Brasil.
Representou o Brasil em tratados internacionais, como o da fronteira com a
Argentina em 7 de setembro de 1889.
Foi
nomeado ministro das relações exteriores em 31 de dezembro de 1902, a convite
do presidente Rodrigues Alves, permanecendo no cargo até o ano de sua morte.
Teve seu rosto duas vezes impresso em cédulas brasileiras, na nota de cinco
cruzeiros em 1950, e na de mil cruzeiros, lançado em 1978, quando o surgiu o
termo “um barão” ao valor de mil cruzeiros.
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